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		<item>
		<title>A Magia das Plantas</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 02:31:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vetfloral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fitoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Plantas Medicinais]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Antigamente, os animais eram dotados de fala e viviam em alegre harmonia com os homens, mas a humanidade começou a reproduzir-se tão depressa que os animais foram forçados a morar nas florestas em lugares desertos, e a velha amizade entre animais e homens foi esquecida. Quando os homens inventaram armas e passaram a caçar animais [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vetfloral.wordpress.com&amp;blog=8288596&amp;post=266&amp;subd=vetfloral&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;<em>Antigamen<a href="http://vetfloral.files.wordpress.com/2011/12/arvore1.jpg"><img class="alignleft  wp-image-295" title="arvore" src="http://vetfloral.files.wordpress.com/2011/12/arvore1.jpg?w=150&#038;h=112" alt="" width="150" height="112" /></a>te, os animais eram dotados de fala e viviam em alegre harmonia com os homens, mas a humanidade começou a reproduzir-se tão depressa que os animais foram forçados a morar nas florestas em lugares desertos, e a velha amizade entre animais e homens foi esquecida.</em></p>
<p><em>Quando os homens inventaram armas e passaram a caçar animais para alimento e obtenção de suas peles, a distância aumentou ainda mais. Os animais começaram a pensar em modos de retaliação. Cada espécie animal se reuniu e resolveu declarar guerra aos homens também: a tribo dos Ursos, com o chefe Velho Urso Branco, os Veados com o chefe Pequeno Veado, os Répteis, os Peixes e por fim os Pássaros, os Insetos e outros pequenos animais.</em></p>
<p><em>Cada tribo decidiu causar um tipo de doença nos homens: os Veados causariam reumatismo, Répteis e Peixes assombrariam os homens durante seus sonhos, enlouquecendo-os etc, etc.</em></p>
<p><em>As plantas, que eram amigas dos homens, ouvindo os planos dos animais, decidiram ajudar os homens: cada árvore, arbusto, relva ou mesmo erva decidiu criar um remédio para algumas das doenças referidas.</em></p>
<p><em>Quando o médico tinha dúvidas no que dizia respeito ao tratamento de um paciente, o espírito da planta sugeria um remédio adequado, foi assim que nasceu a medicina.</em>&#8220;<br />
<strong>Mito Iroques (tribo indígena Norte-Americana)<span id="more-266"></span></strong></p>
<p>Na minha pesquisa terapêutica, encontrei aliadas muito poderosas, as ervas medicinais. Aprendi a amar as ervas. Elas são uma preciosa dádiva, e o conhecimento do seu uso os xamãs deixaram como herança humanidade. Os xamãs têm a capacidade de se comunicar com o espírito das ervas, e o conhecimento era passado de pai para filho.</p>
<p>Neste caminho tive a felicidade de encontrar uma irmã muito querida, uma xamã, uma cigana, uma bruxa, uma erva-viva chamada <strong>Maly Caran</strong>, e algumas dicas aqui são dela própria.</p>
<p>Usar plantas medicinais, não significa apenas tomar chá. É necessário que saibamos como manipular cada tipo de erva, para cada tipo de situação. Não adianta também queremos conhecer todos os tipos de ervas medicinais, o mais importante é conhecer bem aquelas que você escolheu para trabalhar.</p>
<p>Usar plantas, fazer chás é uma coisa, porém conhecer os mistérios do espírito da planta, é a magia. Quero destacar também o xamã, poeta e pintor onírico Mario Mercier, que descreve como ninguém o segredo da magia da floresta.</p>
<p>As plantas captam nossa mente, no livro “A Vida Secreta das Plantas” de Peter Tompkins e Christopher Bird, relatam experiências científicas realizadas com o galvanômetro, parte de um detector de mentiras, comprovando que as plantas reagem de acordo com os nossos pensamentos.</p>
<p>O legado que temos das plantas medicinais é graças aqueles que, lá nos primórdios, ousaram acreditar nas suas intuições. Eles (as) se comunicam com o espírito da plantas. Existiram pessoas inspiradas que se dedicaram a trazer soluções para as angústias humanas.</p>
<p>Acredito que Deus nos deixou uma enorme farmácia natural e nós não precisamos pagar nada por isso. Estudamos hoje o conhecimento que adquirimos através dos tempos. É preciso muitos casos e experiência pessoal para que possamos indicar alguma coisa.</p>
<p>A evolução humana foi possível graças àqueles que experimentaram e compartilharam. Não devemos ter medo do conhecimento, como se tivéssemos comendo um fruto proibido. Nós temos uma vantagem sobre nossos ancestrais, pois podemos nos organizar para estudar uma planta através da tecnologia e de vasto material existente. Mas o estudo principal é <strong>plantar</strong> .</p>
<p>Li uma vez uma reportagem de um grande jornal da cidade de São Paulo, com a seguinte manchete : <strong>Pesquisadores da USP descobrem que Espinheira-Santa é eficaz no tratamento de gastrite e ulcera</strong></p>
<p>E o Brasil,começa a exportar cápsulas de Espinheira-Santa para o Japão. Possivelmente sua bisavó já dava chá de espinheira -santa para a sua avó quando ela tinha problemas estomacais, mas, depois de 100 anos, a ciência conseguiu comprovar os ensinamentos da vovó. E é através dos mateiros, índios, e sensitivos, que a medicina pode estudar as espécies vegetais, pois é delas que se extraem as matérias primas para os medicamentos.</p>
<p>Os mistérios e a magia da Mãe Natureza são tantos, que é difícil acreditar em algo que não seja &#8220;comprovado cientificamente. No estudo das plantas, quanto mais as estudamos, mais chegamos a conclusão que sabemos muito pouco. É óbvio que as plantas não podem ser utilizadas indiscriminadamente.</p>
<p>Segunda uma grande erveira, uma grande irmã a Maly Caran, no seu jardim estão as respostas para a sua saúde.</p>
<p>Quando uma erva cresce espontaneamente no seu jardim, ela tem algo para ensinar. E as principais são as chamadas &#8220;daninhas&#8221;. Na verdade não existem ervas daninhas, todas elas tem sua aplicabilidade e suas restrições. Vamos ver algumas ervas daninhas :</p>
<p><strong>Caruru</strong> : rica em ferro, potássio e cálcio</p>
<p><strong>Beldroega</strong>: rica em proteínas, vitaminas A,B,C, cálcio, fósforo e ferro. Usada na cura do escorbuto, para tumores, diurética e vermífuga.</p>
<p><strong>Dente-de-Leão</strong> : combate a febre, depurativa, anti-hemorrágicas, etc.</p>
<p><strong>Jambu</strong> : usadas no tratamento da boca e da garganta, dor-de-dente, cólicas, etc</p>
<p><strong>Jurubeba</strong> : estimulante hepática, desopilam o fígado, etc.</p>
<p><strong>Ora-pro-nobis</strong> : é chamada de &#8220;carne de pobre&#8221; pelo seu alto valor de proteínas, emoliente, laxativas, os frutos são expectorantes</p>
<p><strong>Serralha</strong> : para abrir o apetite, laxante, etc.</p>
<p><strong>Tanchagem</strong> : para inflamações da garganta, úlceras, cicatrizante, etc.</p>
<p>Estas e outras são consideradas &#8220;as plantas danadas &#8220;, ou seja danadas de boas.</p>
<p>Maly Caran recomenda o maior cuidado é o carinho e trato para com elas, pois são seres que nos ensinam na vida terrena. Além disso, aprender a forma certa de plantio e colheita, preparo, fases da lua e contra-indicações. Esses são fatores mandatórios para trabalhar com bem com ervas.</p>
<h2><strong>Preparação</strong></h2>
<p><strong>INFUSÃO</strong></p>
<p>Para partes macias das plantas, folhas e flores, coloca-se a erva triturada, em recipiente de porcelana, ou de barro, ou ainda, de vidro, despejando água fervente, deixando em repouso por 15 minutos, coberta por um pano branco.</p>
<p><strong>DECOCÇÃO</strong></p>
<p>Para madeiras, raízes, sementes, caules ou partes duras das plantas. Pega-se um recipiente e coloca-se a planta junto com a água fria e leve ao forno, dependendo da planta, por 10, 20 ou 30 minutos. Existe um te3rmo “decoto de meio”, que significa deixar a água fervendo até que se reduza a metade de seu volume, depende da indicação.</p>
<p><strong>MACERAÇÃO</strong></p>
<p>Principalmente para folhas e flores. Coloca-se uma erva triturada em recipiente de porcelana, despejando água fria, cobre-se o recipiente, deixando-o repousar em local fresco, por um ou mais dias, dependendo da indicação. Este preparo permite uma maior duração. A maceração também é feita com vinho, álcool, óleo, azeite.</p>
<p><strong>COAGEM</strong></p>
<p>Deve ser feita sempre em filtro de algodão ou linho. Também podem ser usados coadores descartáveis.</p>
<p><strong>TINTURA</strong></p>
<p>É preparada colocando as ervas em imersão no álcool, principalmente o de cereais.</p>
<p>Coloque a erva triturada em vidros, de preferência âmbar, até 30% do volume, adicione o álcool até completar 90% e complemente os 10% restantes com água destilada. Guarde o vidro em local escuro ou enterre-o por 20 ou 30 dias.</p>
<p><strong>UNGUENTOS</strong></p>
<p>Para uso externo. Três partes do sumo fresco da erva a ser utilizada, para cada 10 partes de gordura vegetal. Cozinhar em banho-maria durante uma hora.</p>
<p><strong>COMPRESSAS</strong></p>
<p>Para ferimentos, batidas. Lava-se bem a planta, antes de aplicar nas feridas, espreme-se a planta diretamente sobre a pele, coloca-se a planta sobre a pele e amarra-se com uma faixa. Podem ser feitas compressas com chás e tinturas, neste caso é recomendado utilizar um pano de algodão dobrado três vezes, embebido no líquido e colocar em cima com um pano seco.</p>
<p><strong>PÓS</strong></p>
<p>Cascas e rizomas podem ser reduzidos a pó. Neste caso elas devem estar bem secas e serem piladas.</p>
<p><strong>XAROPES</strong></p>
<p>Erva seca ou verde triturada, adiciona-se uma xícara de água fervente, deixando em repouso por 2 horas, filtrar, colocando na proporção de um para um, mel ou açúcar mascavo derretido. Pode ser adicionado extrato de própolis para conservar.</p>
<p><strong>BANHOS</strong></p>
<p>Podem ser preparados por infusões e macerações a frio.</p>
<p><strong>DEFUMAÇÕES</strong></p>
<p>O efeito é sempre melhor se utilizarmos com o material mágico apropriado. Conchas e turíbulos com carvão.</p>
<p>As plantas nascidas no seu próprio habitat  possuem uma força maior do que as cultivadas. Segundo Maly, a planta que cresce naturalmente no seu próprio jardim é aquela que veio para curá-lo . Quando vamos colher as plantas, precisamos estar atentos se não estamos muito próximos ao asfalto, porque a erva pode estar afetada pelos gases dos automóveis e verificar se na área existe o uso de agrotóxicos.</p>
<p style="text-align:left;" align="right"><strong>Fonte: </strong>Léo Artése</p>
<p align="right"><strong> </strong></p>
<p align="right"><strong>Abaixo segue uma lista de plantas e suas correspondências. </strong>(por Aurora Wirth)</p>
<table width="100%" border="1" cellspacing="5" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="21%">
<p align="center"><strong>Planta</strong></p>
</td>
<td width="16%">
<p align="center"><strong>Planeta regente</strong></p>
</td>
<td width="26%">
<p align="center"><strong>Melhor uso</strong></p>
</td>
<td width="31%">
<p align="center"><strong>Melhor dia p/ se usar</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Abacate</td>
<td width="16%">Vênus</td>
<td width="26%">Beleza e amor</td>
<td width="31%">Vênus em Libra</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Acácia</td>
<td width="16%">Sol</td>
<td width="26%">Proteção</td>
<td width="31%">Marte em Escorpião</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Açafrão</td>
<td width="16%">Sol</td>
<td width="26%">Amor e saúde</td>
<td width="31%">Júpiter em Leão</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Acônito</td>
<td width="16%">Saturno</td>
<td width="26%">Proteção</td>
<td width="31%">Lua em Escorpião</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Agrimônia</td>
<td width="16%">Júpter</td>
<td width="26%">Proteção</td>
<td width="31%">Júpiter em Libra</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Aipo</td>
<td width="16%">Mercúrio</td>
<td width="26%">Poderes mentais</td>
<td width="31%">Mercúrio em Cancêr</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Alcaparra</td>
<td width="16%">Vênus</td>
<td width="26%">Potência e Amor</td>
<td width="31%">Vênus e Marte em Leão</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Alecrim</td>
<td width="16%">Sol</td>
<td width="26%">Proteção e Purificação</td>
<td width="31%">Lua em Cancêr</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Algodão</td>
<td width="16%">Lua</td>
<td width="26%">Sorte</td>
<td width="31%">Lua em Cancêr</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Alho</td>
<td width="16%">Marte</td>
<td width="26%">Saúde e Proteção</td>
<td width="31%">Marte em Áries</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Amêndoa</td>
<td width="16%">Mercúrio</td>
<td width="26%">Dinheiro e Prosperidade</td>
<td width="31%">Sol em Leão</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Anis-estrelado</td>
<td width="16%">Vênus</td>
<td width="26%">Sorte</td>
<td width="31%">Lua em Sagitário</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Arroz</td>
<td width="16%">Sol</td>
<td width="26%">Fertilidade e Dinheiro</td>
<td width="31%">Sol em Touro</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Arruda</td>
<td width="16%">Marte</td>
<td width="26%">Saúde e Amor</td>
<td width="31%">Sol em Touro</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Artemisia</td>
<td width="16%">Vênus</td>
<td width="26%">Saúdde e Poderes Psiquicos</td>
<td width="31%">Vênus e Saturno em Plutão</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Babosa</td>
<td width="16%">Lua</td>
<td width="26%">Sorte e Amor</td>
<td width="31%">Marte em Libra</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Bardana</td>
<td width="16%">Vênus</td>
<td width="26%">Proteção e Saúde</td>
<td width="31%">Júpiter em Leão</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Basílico</td>
<td width="16%">Marte</td>
<td width="26%">Exorcismo e Clarividência</td>
<td width="31%">Marte em Escorpião</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Batata</td>
<td width="16%">Lua</td>
<td width="26%">Saúde</td>
<td width="31%">Lua em Virgem</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Beterraba</td>
<td width="16%">Saturno</td>
<td width="26%">Amor</td>
<td width="31%">Júpiter em Sagitário</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Bétula</td>
<td width="16%">Vênus</td>
<td width="26%">Exorcismo e Purificação</td>
<td width="31%">Vênus em Sagitário</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Calêndula</td>
<td width="16%">Sol</td>
<td width="26%">Proteção</td>
<td width="31%">Sol em Leão</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Camélia</td>
<td width="16%">Lua</td>
<td width="26%">Prosperidade e Riqueza</td>
<td width="31%">Lua em Touro</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Camomila</td>
<td width="16%">Sol</td>
<td width="26%">Dinheiro, Amor e Purificação</td>
<td width="31%">Sempre</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Canela</td>
<td width="16%">Sol</td>
<td width="26%">Espiritualidade e Sucesso</td>
<td width="31%">Sol em Áries</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Cânfora</td>
<td width="16%">Lua</td>
<td width="26%">Saúde e Clarividência</td>
<td width="31%">Sempre</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Cavalinha</td>
<td width="16%">Saturno</td>
<td width="26%">Fertilidade</td>
<td width="31%">Marte em Áries</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Cebola</td>
<td width="16%">Marte</td>
<td width="26%">Dinheiro, Proteção e Saúde</td>
<td width="31%">Marte em Touro</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Cenoura</td>
<td width="16%">Marte</td>
<td width="26%">Fertilidade</td>
<td width="31%">Marte em Leão</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Cereja</td>
<td width="16%">Vênus</td>
<td width="26%">Amor e Clarividência</td>
<td width="31%">Vênus em Câncer</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Chuchu</td>
<td width="16%">Saturno</td>
<td width="26%">Proteção, Felicidade e Amor</td>
<td width="31%">Sempre</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Cipreste</td>
<td width="16%">Saturno</td>
<td width="26%">Longevidade e Saúde</td>
<td width="31%">Vênus em Libra</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Cravo-da-Índia</td>
<td width="16%">Júpiter</td>
<td width="26%">Proteção, Exorcismo e Amor</td>
<td width="31%">Vênus em Áries</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Damasco</td>
<td width="16%">Vênus</td>
<td width="26%">Feitiços amorosos</td>
<td width="31%">Vênus em Escorpião</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Erva-cidreira</td>
<td width="16%">Lua</td>
<td width="26%">Saúde, Amor e Sucesso</td>
<td width="31%">Júpiter em Câncer</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Erva-doce</td>
<td width="16%">Júpiter</td>
<td width="26%">Proteção e Juventude</td>
<td width="31%">Marte em Câncer</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Ervilha</td>
<td width="16%">Vênus</td>
<td width="26%">Dinheiro e Amor</td>
<td width="31%">Vênus em Touro</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Eucalipto</td>
<td width="16%">Lua</td>
<td width="26%">Saúde e Proteção</td>
<td width="31%">Sol em Sagitário</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Eufrásia</td>
<td width="16%">Sol</td>
<td width="26%">Poderes Mentais e Psíquicos</td>
<td width="31%">Sol em conjunção com Júpiter</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Feijão</td>
<td width="16%">Mercúrio</td>
<td width="26%">Proteção e Reconciliação</td>
<td width="31%">Sol em Virgem</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Figueira</td>
<td width="16%">Júpiter</td>
<td width="26%">Clarividência e Fertilidade</td>
<td width="31%">Júpiter em Virgem</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Funcho</td>
<td width="16%">Mercúrio</td>
<td width="26%">Proteção, Saúde e Purificação</td>
<td width="31%">Mercúrio em Aquário</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Gengibre</td>
<td width="16%">Marte</td>
<td width="26%">Amor, Dinheiro e Sucesso</td>
<td width="31%">Marte em Áries</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Gergelim</td>
<td width="16%">Sol</td>
<td width="26%">Dinheiro</td>
<td width="31%">Sol em Touro</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Girassol</td>
<td width="16%">Sol</td>
<td width="26%">Realizações de desejos e sabedoria</td>
<td width="31%">Sol em Leão</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Hera</td>
<td width="16%">Saturno</td>
<td width="26%">Proteção, Saúde e Amor</td>
<td width="31%">Vênus em Escorpião</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Laranja</td>
<td width="16%">Sol</td>
<td width="26%">Dinheiro e Amor</td>
<td width="31%">Vênus em Escorpião</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Lavanda</td>
<td width="16%">Mercúrio</td>
<td width="26%">Pedidos Amorosos</td>
<td width="31%">Mercúrio em Leão</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Louro</td>
<td width="16%">Sol</td>
<td width="26%">Proteção e Força</td>
<td width="31%">Lua em Áries</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Maçã</td>
<td width="16%">Vênus</td>
<td width="26%">Saúde, Amor e Imortalidade</td>
<td width="31%">Vênus em Libra</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Maracujá</td>
<td width="16%">Vênus</td>
<td width="26%">Paz e Amizade</td>
<td width="31%">Vênus em Gêmeos</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Mirra</td>
<td width="16%">Lua</td>
<td width="26%">Proteção e Espiritualidade</td>
<td width="31%">Sol em Áries</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Morango</td>
<td width="16%">Vênus</td>
<td width="26%">Amor e Sorte</td>
<td width="31%">Vênus em Libra</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Narciso</td>
<td width="16%">Vênus</td>
<td width="26%">Amor, Fertilidade e Sorte</td>
<td width="31%">Sol em Leão</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Nogueira</td>
<td width="16%">Sol</td>
<td width="26%">Realização de desejos</td>
<td width="31%">Sol em Leão</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Oliveira</td>
<td width="16%">Sol</td>
<td width="26%">Saúde, Paz e Proteção</td>
<td width="31%">Júpiter em Câncer</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Papoula</td>
<td width="16%">Lua</td>
<td width="26%">Amor, Sorte e Dinheiro</td>
<td width="31%">Netuno em Lua</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Pêra</td>
<td width="16%">Vênus</td>
<td width="26%">Desejos e Amor</td>
<td width="31%">Marte e Vênus em Escorpião</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Pinheiro</td>
<td width="16%">Marte</td>
<td width="26%">Saúde, proteção, Dinheiro e Fertilidade</td>
<td width="31%">Marte em Capricórnio ou Vênus em Plutão</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Poejo</td>
<td width="16%">Marte</td>
<td width="26%">Força, Proteção e Paz</td>
<td width="31%">Urano e Vênus em Aquário</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Romã</td>
<td width="16%">Mercúrio</td>
<td width="26%">Adivinhação, Sorte, Realização de desejos e Fertilidade</td>
<td width="31%">Lua em Plutão</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Rosa</td>
<td width="16%">Vênus</td>
<td width="26%">Amor, Sorte e Proteção</td>
<td width="31%">Marte em Libra (vermelhas) Vênus em Libra (rosadas) Lua em Libra (brancas)</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Salsa</td>
<td width="16%">Mercúrio</td>
<td width="26%">Proteção e Purificação</td>
<td width="31%">Mercúrio em Libra ou Leão</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Sálvia</td>
<td width="16%">Júpiter</td>
<td width="26%">Longevidade, Sabedoria e Proteção</td>
<td width="31%">Júpiter em Touro ou Vênus e Marte em Libra</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Trigo</td>
<td width="16%">Vênus</td>
<td width="26%">Fertilidade e Dinheiro</td>
<td width="31%">Lua em Touro</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Uva</td>
<td width="16%">Lua</td>
<td width="26%">Amizade, Fertilidade e Dinheiro</td>
<td width="31%">Lua em Leão</td>
</tr>
<tr>
<td width="21%">Verbena</td>
<td width="16%">Vênus</td>
<td width="26%">Proteção, Amor, Paz e Purificação</td>
<td width="31%">Vênus em Gêmeos</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/vetfloral.wordpress.com/266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/vetfloral.wordpress.com/266/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/vetfloral.wordpress.com/266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/vetfloral.wordpress.com/266/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/vetfloral.wordpress.com/266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/vetfloral.wordpress.com/266/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/vetfloral.wordpress.com/266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/vetfloral.wordpress.com/266/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/vetfloral.wordpress.com/266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/vetfloral.wordpress.com/266/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/vetfloral.wordpress.com/266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/vetfloral.wordpress.com/266/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/vetfloral.wordpress.com/266/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/vetfloral.wordpress.com/266/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vetfloral.wordpress.com&amp;blog=8288596&amp;post=266&amp;subd=vetfloral&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Zoofarmacognosia: Farmácia Natural usada por animais</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 00:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vetfloral</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O  comportamento de auto-medicar-se é um tema de interesse crescente para behavioristas, parasitologistas, etnobotânicos, químicos ecologistas, conservacionistas e médicos. Cientistas de várias disciplinas estão atualmente estudando a possibilidade de que muitas espécies utilizam plantas, solos, insetos e fungos como &#8216;medicamentos&#8217; de forma que se proteger de futuras doenças (medicina preventiva) e / ou aliviar os [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vetfloral.wordpress.com&amp;blog=8288596&amp;post=240&amp;subd=vetfloral&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:#000000;"><a href="http://vetfloral.files.wordpress.com/2011/07/capuchin.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-248" title="capuchin" src="http://vetfloral.files.wordpress.com/2011/07/capuchin.jpg?w=500" alt=""   /></a>O  comportamento de auto-medicar-se é um tema de interesse crescente para behavioristas, parasitologistas, etnobotânicos, químicos ecologistas, conservacionistas e médicos. Cientistas de várias disciplinas estão atualmente estudando a possibilidade de que muitas espécies utilizam plantas, solos, insetos e fungos como &#8216;medicamentos&#8217; de forma que se proteger de futuras doenças (medicina preventiva) e / ou aliviar os sintomas desagradáveis (medicina curativa ou terapêutica). É importante notar que o estudo científico da auto-medicação dos animais não é baseada em uma suposição de que os animais possuem uma &#8220;sabedoria&#8221; inata pela qual eles perfeitamente sabem o que é bom para eles. Estratégias de automedicação são habilidades de sobrevivência refinadas pela seleção natural. Na maioria dos casos, a auto-medicação pode ser motivada por um desejo de reduzir imediatamente sensações desagradáveis. Algumas espécies, particularmente grandes macacos, mostram uma intenção de propósito na sua medicação e, nestes casos o termo &#8220;zoofarmacognosia&#8221; foi cunhado para descrever o processo pelo qual os animais selvagens selecionam e utilizam plantas específicas com propriedades medicinais para o tratamento e prevenção de doença<sup>1</sup>.<span id="more-240"></span></span></p>
<p><span style="color:#000000;">Em outras palavras, podemos dizer que, Zoofarmacognosia refere-se ao processo pelo qual os animais se automedicam, selecionando e utilizando as plantas, solos e insetos para tratar e prevenir a doença. Criada por Dr. Eloy Rodriguez, bioquímico e professor da Cornell University, a palavra é derivada de raízes diversas: zoológica (&#8220;animal&#8221;), farmacêutica (&#8220;droga&#8221;), e gnóstica (&#8220;saber&#8221;)<sup>2</sup>. Desde os tempos antigos as pessoas têm registrado as observações de animais, aparentemente, curando-se com medicamentos naturais. Muitas ervas ainda conservam um nome comum que sugere este uso: doggrass (<em>Agropyron repens</em>), catnip (<em>Nepeta cataria</em>), e erva daninha capim de cabra (<em>Epimedium sp</em>), para citar alguns. No entanto, estas observações permanecem em grande parte inexploradas pela ciência. Muitas histórias de auto-medicação em animais são claramente destinadas a informar e comunicar o conhecimento das ervas do que o fato em si. Outras são simplesmente interpretações errôneas de comportamento animal.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Segundo o folclore chinês, há muitos séculos atrás, um fazendeiro no distrito de Yunnan encontrou uma serpente perto de sua cabana. Temendo por sua vida, ele bateu nela sem motivo com uma enxada e deixou-a morta. Poucos dias depois, a mesma serpente retornou. Novamente ele tentou matá-la, mas novamente ela retornou. Após ele a ter vencido uma terceira vez, o agricultor seguiu a serpente gravemente ferida, e esta se arrastou para uma moita de mato, começou a se alimentar, e assim, rapidamente foi curada do pior de seus ferimentos. A planta na história foi <em>Panex notoginseng</em>, que agora forma o principal ingrediente na formulação de ervas &#8220;Yunnan bai yao&#8221;, um pó branco que cauteriza cortes e sangramento externos quase que imediatamente. Ela era padrão na Guerra do Vietnã, para uso dos soldados feridos longe de tratamento médico convencional<sup>1</sup>.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Formas de Automedicação por animais:</strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>- Mascar plantas:</strong> Huffman foi um dos pioneiros da zoofarmacognosia, graças às suas observações em 1987 de um chimpanzé na tentativa de se curar. Intrigado com sua rápida recuperação e curioso sobre a causa de sua doença, Huffman analisou fezes do chimpanzé e encontrou o parasita intestinal <em>Oesophagostomum stephanostomu, </em>sendo esta a explicação mais provável para seus sintomas. Além do mais, ele encontrou níveis mais baixos do verme nas excreções outro chimpanzé fêmea 20 horas após ela ter comido o miolo amargo de uma árvore Vernonia, quando sofria de diarréia. Huffman e seus colegas isolaram uma classe totalmente nova de compostos a partir da medula , um dos quais, vernonioside B1, o qual possui propriedades antitumorais, antiparasitárias e antibacterianas.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><a href="http://vetfloral.files.wordpress.com/2011/07/chimp-eating1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-249" title="chimp eating" src="http://vetfloral.files.wordpress.com/2011/07/chimp-eating1.jpg?w=208&#038;h=300" alt="" width="208" height="300" /></a>Por que os chimpanzés vão para todo lugar para encontrar folhas de <em>Aspilia</em>? Por várias razões, os cientistas pensam que os chimpanzés comem esta planta para explorar suas propriedades medicinais. Primeiro, os chimpanzés consomem mais desses folhas durante a estação chuvosa, quando as larvas parasitas estão em maiores quantidades e há um risco maior de infestação. Segundo, engolindo a folhas inteiras, em vez de mascar, não fornecem nenhum benefício nutricional aos animais, já que que passam inteiras sem serem digeridas pelos animais. Os africanos usam a planta <em>Aspilia</em>, para tratar uma ampla variedade de doenças como a lombalgia, ciática, escorbuto, malária e reumatismo.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Os especialistas estão agora à procura de respostas para a grande questão: Qual é o mecanismo pelo qual a folha engolida inteira atua contra os parasitas? Uma análise mostrou que a <em>Aspilia</em> contém um óleo vermelho brilhante conhecido como thiarubrine-A, um composto clinicamente comprovado para matar parasitas, vírus, fungos e bactérias. Huffman encontrou vermes vivos nas fezes dos chimpanzés presos &#8220;como um velcro&#8221; por pelos das folhas e presos dentro das dobras. Ele especula que os vermes podem ter se anexado às folhas ou de alguma forma foram atraídos para as dobras durante a digestão, como um &#8220;tapete mágico&#8221; através do trato gastrointestinal, para ser expelida do corpo. Produtos químicos na planta podem também diminuir a habilidade dos parasitas de aderir ao intestino, tornando mais fácil deles serem varridos pelas folhas. Até o momento, os especialistas têm documentado 30 espécies de plantas cujas folhas &#8220;engolidas inteiras&#8221; são peludas não apenas por chimpanzés (<em>Pan troglodytes</em>), mas por chimpanzés pigmeus ou &#8220;bonobos&#8221; (<em>Pan paniscus</em>), e gorilas da planície oriental (<em>Gorilla gorilla graueri</em>) . Estes grandes macacos, é claro, compartilham sua farmácia da floresta com outro primata importante: <em>Homo sapiens</em>. <em>Rubia cordifolia</em> é a planta ugandense antiparasitária usada para aliviar dores de estômago. Tradicionalmente, as pessoas desse país também contam com a <em>Aneilema aequinoctiale</em> para febres, dores de ouvido e para parar o sangramento. <em>Lippia plicata</em> é ingerida pelos africanos para ameaças mais graves, como disenteria e malária. E na Tanzânia, a <em>Ficus exasperata</em> é o melhor antídoto para quem sofre de úlcera.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>- Remédios selvagens para a reprodução:</strong> Animais podem ter &#8220;tropeçado&#8221; em cima de uma riqueza de formas de controlar a reprodução, e os cientistas acreditam que as recentes descobertas são apenas a ponta do iceberg. De acordo com a World Wildlife Fund cientista Holly Dublin, elefantes Africanos (<em>Loxodanta africana</em>) procuram uma determinada espécie de árvore, possivelmente, para induzir o parto. Dublin seguiu uma elefanta grávida por mais de um ano na África Oriental e observou que a elefanta seguira uma dieta estritamente uniforme e apresentava um padrão de comportamento diário, até perto do final da gestação. Quando então, ela andou 17 milhas em um único dia &#8211; muito mais do que suas usuais três &#8211; e comeu uma árvore da família Boraginaceae das folhas ao tronco! Quatro dias depois ela deu à luz a um filhote saudável. Da Universidade de Wisconsin, a antropóloga Karen Strier descobriu que, em momentos diferentes, macacos muriqui (<em>Brachyteles arachnoides</em>) do Brasil saem de sua maneira habitual de comer folhas de <em>Apulia</em> <em>leiocarpa</em> e <em>Platypodium elegans</em>, e o fruto da <em>Enterlobium contortisiliquim</em> (orelha de macaco). As duas primeiras plantas contêm isoflavanóides que são componentes semelhantes ao estrogênio. A ingestão das folhas pode aumentar os níveis de estrogênio no organismo, diminuindo assim a fertilidade. Alternativamente, comer orelha de macaco pode aumentar as chances da macaca engravidar porque a planta contém um precursor de progesterona (o &#8220;hormônio da gravidez&#8221;) chamado estigmasterol.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>- Comportamento de esfregar a pele:</strong> Mary Baker, um antropólogo da Universidade da Califórnia, estudou os macacos-prego-de-cara-branca (<em>Cebus capucinus</em>) que quebram os frutos de certas espécies de plantas cítricas e esfregam a polpa e suco em suas peles. Eles também mastigam caules, folhas e vagens de semente de <em>Clematis dioica</em>, <em>Piper marginatum</em> e <em>Sloanea terniflorastems</em>, misturando com saliva e os esfregam vigorosamente. Estas plantas contêm compostos secundários com características de curar picadas e repelir insetos. Baker também observou que o comportamento de esfregar a pele se torna mais frequente quando há aumento de temperatura e umidade durante a estação chuvosa. Isto pode ser devido ao aumento correspondente no risco de infecções bacterianas ou fúngicas. Ursos pardos norte-americanos (<em>Ursus arctos</em>) mastigam a raiz de <em>Ligusticum porteri</em>, fazem um colar da planta repleta de saliva e esfregam em suas caras. <em>Ligusticum porteri</em> contém compostos orgânicos com odor de cumarinas que podem repelir insetos quando topicamente aplicados<sup>3</sup>.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">&#8220;Esfregar a pele” é um comportamento típico de esfregar materiais vegetais mastigados e outras coisas, tais como insetos, na superfície externa do corpo de animais. Esfregar a pele tem sido relatada em uma variedade de primatas, como <em>Cebus capucinus</em>, <em>C. olivaceus, C.paella, Atelos geoffroyi, A. belzebuth, Aotus boliviensis, A. lemurinus griseimembra, A. nancymaae e Eulemur macaco</em>. Tem sido sugerido que a fricção da pele serve para repelir ou matar ectoparasitas. Na Venezuela, macacos-prego esfregam secreção de lacraias altamente tóxicas em sua pele durante a estação úmida quando se sabe que as picadas de insetos são inúmeras. As secreções de lacraias  podem conter benzoquinonas, que são bem conhecidos por sua propriedade repelente de insetos. Quatis-de-focinho-branco (<em>Nasus narica</em>) foram observados revestindo seu corpo com a resina de <em>Trattinnickia aspera</em> (Burseraceae). Estes podem também servir para controlar ectoparasitas e, portanto, deve ser considerado uma auto-medicação<sup>4</sup>.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>- Bactérias usadas para a digestão:</strong> Os folívoros ou comedores de folhas, no entanto, utilizam bactérias especializadas para quebrar material vegetal de difícil digestão. Pesquisas indicam que as bactérias do intestino da ave também neutralizam os compostos tóxicos secundários encontrados nas plantas que comem.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>- Propriedade antimicrobiana da planta:</strong> De acordo com o biólogo John Berry na Universidade de Cornell, frutas vermelhas doces de <em>Aframomum angustifolium</em>, que possuem propriedades antimicrobianas, na verdade representam uma ameaça para a população normal e saudável de microorganismos encontrados no intestino do gorila. Depois de comer frutos deste gengibre selvagem, compostos antibacterianos da planta podem, temporariamente, causar danos nestes micróbios, e por sua vez perturbar o sistema digestivo do gorila, se não forem já uma parte regular da dieta. As evidências mostram que a microbiota do gorila desenvolveu resistência aos componentes biologicamente ativos da planta em áreas onde são comumente consumidos &#8211; uma adaptação<sup>3</sup>.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>- Comportamento de Anting:</strong> &#8220;Anting &#8216;é um comportamento em que as aves esfregam formigas esmagadas durante toda a sua plumagem e algumas aves deixam que formigas rastejem sobre sua plumagem deitando diretamente so</span><span style="color:#000000;"><a href="http://vetfloral.files.wordpress.com/2011/07/anting.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-245" title="anting" src="http://vetfloral.files.wordpress.com/2011/07/anting.jpg?w=213&#038;h=151" alt="" width="213" height="151" /></a></span><span style="color:#000000;">bre ninhos de formigas. Anting é relatada em mais de 200 espécies de aves canoras e é usado para acalmar a pele irritada, ajuda na manutenção de penas e repelem ou reduzem ectoparasitas. As formigas mais comumente usadas por pássaros para anting são as espécies que contêm o ácido fórmico. Estudos empíricos posteriores com piolhos de aves revelaram que o ácido fórmico é prejudicial aos piolhos das penas.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>- Revestimento antimicrobiano nos ninhos:</strong> As folhas da cenoura (<em>Daucus carota</em>, Umbelliferae), reduzem significativamente o número de ácaros de aves (<em>Orntithonysus sylviarum</em>) em ninhos de estorninhos. Os ratos silvestres norte-americanos (<em>Neotoma fuscipes</em>) colocam folhas de louro em torno de seus ninhos de dormir e tem sido experimentalmente demonstrado que a inclusão desta folhagem reduz significativamente a sobrevivência das larvas de pulgas. As formigas de madeira (<em>Formica paralugubris)</em> frequentemente incorporam grandes quantidades de resina de coníferas solidificada em seus ninhos. Através da criação de ninhos experimentais sem e com resina, foi demonstrado que os que continham resina incluída inibiram o crescimento de microrganismos patogênicos dentro dos ninhos de formigas<sup>4</sup>.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Estorninhos (<em>Sturnus vulgaris</em>), alinhando os seus ninhos com vegetação fresca selecionada, estão se protegendo de uma variedade de possíveis infecções. Cenoura selvagem (<em>Dauscus carota</em>), por exemplo, mata ácaros em ninhos de estorninhos. A cenoura contém o esteróide B-sitosterol, um composto que repele ácaros e inibe a sua habilidade de postura. Cegonhas silvestres também reutilizam ninhos antigos, muitas vezes, por gerações, por muitas décadas e também trazem material verde fresco para seus ninhos. Muitas das plantas que eles usam também são altamente voláteis, como cedro vermelho (<em>Juniperus silicola</em>), cipreste (<em>Taxodium distichium</em>), goma negra (<em>Nissa bioflora</em>), hera venenosa (<em>Toxicodendron radicans</em>), ácer (<em>Acer rubrum</em>), murta cera (<em>Myrica cerifera</em>), trepadeira da Virginia (<em>Parthenocissus quinquefolia</em>) e carvalho (<em>Quercus virginiana</em>). Quando testados contra besouros da pele que infestam cegonhas silvestres, estas plantas não tiveram efeito. No entanto, grupos de cegonhas silvestres mostraram o mesmo perfil de plantas aromáticas, amargas e adstringentes, sugerindo que a medicação pode agir no tratamento dos sintomas das picadas e dos ácaros em vez de afetar diretamente os ectoparasitos.</span></p>
<p><span style="color:#000000;">O pardal também participa deste ato. Em Calcutá, os cientistas observaram que o pardal geralmente traz folhas de neem (<em>Azidiachta indica</em>), que são inseticidas potentes, para perto de seu ninho no tempo da incubação dos ovos. Foram observados também que esses pardais mudam das folhas de neem para às da árvore Krishnachua (<em>Caesalpinia pulcherrima</em>), ricas em quinino, durante um surto de malária. Quinino controla os sintomas de malária e os cientistas se perguntam se os pardais selecionaram as folhas para controlar os sintomas da malária<sup>1</sup>.</span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>- Consumo de solo:</strong> &#8220;geofagia&#8221; é o ato de consumir deliberadamente solo, pedras e rochas por mamíferos, herbívoros, onívoros, aves, répteis e insetos. Este comportamento é observado e estudado no contexto da automedicação em macacos japoneses (<em>Macacca mulatta</em>), gorilas das montanhas (<em>Gorilla gorilla</em>), chimpanzés (<em>Pan troglodytes</em>) e elefantes africanos. Geofagia é sugerido como um meio para manter o pH intestinal, para atender às necessidades nutricionais de minerais traço, para satisfazer a necessidade de sódio para desintoxicar metabólitos secundários de plantas anteriormente consumidas e para combater problemas intestinais como a diarréia<sup>4</sup>.</span></p>
<p align="left"><span style="color:#000000;"> <strong>Conclusão:</strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;">A auto-medicação em animais continua a ser um campo com infinitas possibilidades inexploradas. Jane Phillips-Conroy, biólogo da Universidade de Washington, que estudou a auto-medicação em babuínos, diz: &#8220;Só porque um macaco come uma planta particular não significa que ele sabe que é medicinal. Precisamos de mais estudos definitivos como os de Huffman, com a prova real que determinados vegetais são eficazes contra doenças específicas. &#8221; De acordo com Huffman,&#8221; Com o aumento da quimiorresistência ao atual arsenal do mundo ocidental de antibióticos e anti-helmínticos [antiparasitários], não podemos nos dar ao luxo de deixar que a fonte potencial de conhecimento desapareça<sup>3</sup> &#8220;. Na verdade, Zoofarmacognosia é baseada na capacidade aparente dos animais mostrarem uma compreensão cognitiva de medicamentos potenciais em seu ambiente. Descobertas futuras no campo da zoofarmacognosia são essenciais para nos ensinar mais sobre o comportamento, botânica, e com respeito à medicina, todas as áreas em que podemos aplicar nosso conhecimento para beneficiar as gerações futuras.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color:#000000;">por Pradeep Mishra, Bhupesh C Semwal, Sonia Silva<br />
Traduzido por Cynthia Maria Carpigiani Teixeira</span></p>
<p><span style="color:#000000;">Referências:<sup><br />
1.</sup> http://www.colostate.edu/Depts/Entomology</span><br />
<span style="color:#000000;"><sup>2.</sup> http://en.wikipedia. org /</span><br />
<span style="color:#000000;"><sup>3</sup>. http://nationalzoo.si.edu/publications</span><br />
<span style="color:#000000;"><sup>4.</sup> Raman R e S. Kandula Zoopharmacognosy: Auto-medicação em animais selvagens. Ressonância 2008: 245-53.</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/vetfloral.wordpress.com/240/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/vetfloral.wordpress.com/240/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/vetfloral.wordpress.com/240/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/vetfloral.wordpress.com/240/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/vetfloral.wordpress.com/240/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/vetfloral.wordpress.com/240/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/vetfloral.wordpress.com/240/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/vetfloral.wordpress.com/240/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/vetfloral.wordpress.com/240/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/vetfloral.wordpress.com/240/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/vetfloral.wordpress.com/240/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/vetfloral.wordpress.com/240/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/vetfloral.wordpress.com/240/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/vetfloral.wordpress.com/240/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vetfloral.wordpress.com&amp;blog=8288596&amp;post=240&amp;subd=vetfloral&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>História das Ervas Mágicas Medicinais</title>
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		<pubDate>Thu, 19 May 2011 18:47:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vetfloral</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com a chegada do Renascimento, diversos monarcas, príncipes e poderosos encomendaram a construção de jardins fastuosos, anexos às suas casas. A paixão pela natureza, o conhecimento do mundo vegetal e o acúmulo de plantas exóticas vindas dos confins do mundo não foram, contudo, as únicas razões que levaram a tal tarefa jardineira. Tomemos como exemplo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vetfloral.wordpress.com&amp;blog=8288596&amp;post=214&amp;subd=vetfloral&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vetfloral.files.wordpress.com/2011/05/jardim-renascentista.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-216" title="jardim renascentista" src="http://vetfloral.files.wordpress.com/2011/05/jardim-renascentista.jpg?w=230&#038;h=151" alt="" width="230" height="151" /></a>Com a chegada do Renascimento, diversos monarcas, príncipes e poderosos encomendaram a construção de jardins fastuosos, anexos às suas casas. A paixão pela natureza, o conhecimento do mundo vegetal e o acúmulo de plantas exóticas vindas dos confins do mundo não foram, contudo, as únicas razões que levaram a tal tarefa jardineira. <span id="more-214"></span><br />
Tomemos como exemplo o jardim de Bomarzo, mandado construir por Vicino Orsini nas redondezas de Viterbo, um bosque iniciático onde a presença de figuras mitológicas recriava todo um significado simbólico que, ainda hoje, é objeto de interesse de muitos estudiosos. Ou o jardim que Felipe II mandou construir em Aranjuez, exemplo máximo de urbanismo paisagístico, que serviram, desde o início de sua construção, como depósito de matérias-primas necessárias para a elaboração de quinta-essências e elixires medicinais, fabricados com técnicas alquímicas graças ao trabalho de experientes jardineiros, destiladores e herboristas.<br />
Este duplo significado do mundo vegetal, praticamente perdido na atualidade, foi moeda de uso corrente entre os homens, de todas as épocas, que buscavam na natureza signos e sinais do mágico, do misterioso, do oculto&#8230;.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p align="center"><strong>OS ENSINAMENTOS DO CENTAURO QUÍRON</strong></p>
<p>Plínio, o grande enciclopedista romano da Antiguidade, conta que o Centauro Quíron foi o primeiro herbo<a href="http://vetfloral.files.wordpress.com/2011/05/quiron.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-218" title="quiron" src="http://vetfloral.files.wordpress.com/2011/05/quiron.jpg?w=500" alt=""   /></a>rista e boticário da humanidade. Esse ser mitológico, metade homem metade cavalo, ficou famoso por seu conhecimento das propriedades medicinais das plantas. Diz a lenda que Apolo lhe confiou a educação de seu próprio filho, Asclépio, o deus da medicina. Desta maneira a humanidade recebeu dos deuses o conhecimento das propriedades medicinais das plantas.</p>
<p>O estudo das propriedades curativas das plantas se perde nas brumas do tempo. Um dos primeiros escritos sobre o tema é chamado <em>Papiro Ebers, </em>com mais de 3.500 anos de Antiguidade. Denominado assim pelo seu tradutor, o egiptólogo George Moritz Ebers, foi encontrado na cidade de Luxor. Trata-se do mais importante escrito sobre a medicina egípcia, no qual se pode identificar cerca de 150 plantas de utilidade terapêutica<em>.</em></p>
<p><em><br />
</em>Os primeiros estudos dedicados exclusivamente ao mundo vegetal devem-se a Teofrasto (372-288 a.C), discípulo de Aristóteles e autor de duas grandes obras. A primeira, intitulada De história plantarum, reunia em nove volumes tudo sobre morfologia, descrição, classificação, geobotânica e farmacognosia das plantas conhecidas pelos gregos antigos.</p>
<p>A segunda, De causis plantarum, constava de seis volumes e tratava de temas referentes á germinação, ao desenvolvimento, ao florescimento, á frutificação e até mesmo á proliferação.<br />
Imprescindível também foi a obra do enciclopedista romano Plínio (23-79), único autor do Império Romano que se destacou por sua importância na área da botãnica. Ele escreveu uma enciclopédia chamada Naturalis história, composta de 37 volumes, a metade dos quais dedicada a botânica. Compilou todo o saber de seu tempo, no total, cerca de 2 mil escritos de autores gregos e romanos. Qualquer referência aos usos, costumes e lendas sobre plantas na Antiguidade passa, inexoravelmente, pela consulta do sábio Plínio.</p>
<p>No ano de 78 o viajante Dioscódires, cirurgião dos exércitos de Nero, publicou De materia medica, que se tornaria a bíblia das plantas medicinais para todos os médicos, boticários e amantes da natureza nos 1500 anos seguintes. Em suas viagens Dioscódires percorreu boa parte da região mediterrânea,anotando e recolhendo informações sobre plantas medicinais&#8230;..<br />
A chegada dos espanhóis à América significou um novo marco no particular mundo das plantas.Desde as primeiras viagens de Colombo, manifestou-se o intercâmbio cultural entre dois mundos, o Velho e o &#8220;Novo&#8221;, que tinham muito a compartilhar&#8230;.. Foram publicadas inúmeras obras destinadas a descrever novas plantas alimentícias, alucinógenas e medicinais.Dessa forma, o espectro mágico do mundo vegetal aumentou consideravelmente.<br />
O momento seguinte, destacado na história das plantas, ocorreu no século XVIII, quando o médico suéco Carl V. Linné (1707-1778) sistematizou os reinos vegetal e animal, organizando-os em famílias, e deu a cada planta um nome específico, em latim, o que ajudou na sua identificação universal.</p>
<p align="center"><strong>O UNIVERSO ARBÓREO DOS CELTAS</strong></p>
<p>Se há uma cultura diretamente vinculada ao mundo vegetal, que faz do bosque seu templo e das árvores seus signos do zodíaco,esta é a do povo celta. Habitantes da Europa Central e Ocidental foram derrotados pelos exércitos romanos e confinados na Irlanda, Escócia e País de Gales. O mundo Celta era um mundo mágico que vivia sua magia como algo a mais da vida cotidiana. Desta forma, rios, arroios, passaros e, em especial, as àrvores eram motivos de oferendas.</p>
<p>Os rituais mais importantes estavam relacionados às mudanças das estações, isto é, solstícios, equinócios, tempos de colheita e plantio.<br />
Seu calendário era especial: os dias eram contados a partir da noite e o ano era dividido em 13 meses lunares, divididos por sua vez em dois períodos, que coincidiam com o crescimento e o decrescimento da Lua. Esse ciclo Celta lunar também correspondia aos 13 signos do zodíaco Celta.</p>
<p>Cada mês era associado a uma árvore, cujas as características definiam tanto a personalidade das pessoas nascidas nesse período quanto a energia que imperava neste mês. De acordo com a tradição Celta, a ligação entre seres humanos e árvores era divina, ja que, para eles, foram as árvores que ajudaram Deus a criar o homem. E foi por essa tradição que os signos do Zodíaco Celta se transformaram em signos &#8211; arvores. Vejamos quais são&#8230;.<br />
(24 de dezembro a 20 de janeiro) Bich,Beth,Obeich, a Bétula<br />
(21 de janeiro a 17 de fevereiro) Rowan, a Sorveira<br />
(18 de fevereiro a 17 de março) Ash,Nion,Onuin , O Freixo<br />
(18 de março a 14 de abril) Aldek,Fearn, O Amieiro<br />
(15 de abril a 12 de maio) Willow,Salle , O Salgueiro<br />
(13 de maio a 9 de junho) Hawthorn,Utah, O Espinheiro<br />
(10 de junho a 7 de julho) Oak, Duir, o Carvalho<br />
(8 de julho a 4 de agosto) Holly,Tinne, O Azavim<br />
(5 de agosto a 1 de setembro) Hazel,Coll, a Aveleira<br />
(2 a 29 de setembro) vine,Wine, a Videira<br />
(30 de setembro a 27 de outubro) Ivy,Gort, A Hera<br />
(28 de outubro a 24 de novembro) Reed,Ngetal, o Junco<br />
(25 de novembro a 22 de dezembro) Elder,Ruis, o Sabugueiro<br />
(23 de dezembro) Visco<br />
<strong></strong></p>
<p align="center"><strong>SANTORIAL BOTANICO</strong></p>
<p><em><br />
</em>As crenças em plantas divinas e árvores sagradas,presentes na cultura popular da Antiguidade,tentaram ser erradicadas com o Cristianismo. Porém, estavam tão arraigadas na mente dos homens que a igreja não pôde eliminá-las por completo e decidiu assimilar muitas delas. Por esse motivo são varias as ervas e árvores que foram colocadas sob a avocação de um santo,uma santa ou alguma virgem.<br />
Essa tradição parte das próprias origens do Cristianismo,quando as perseguições as quais eram submetidos os primeiros cristãos lhes obrigaram a criar toda uma rica simbologia com a qual manifestavam sua Fé.<br />
A simples leitura da Bíblia,especialmente os Salmos, o Cânticos dos Cânticos e as parábolas evangélicas, demonstra-nos como a metáfora vegetal foi amplamente usada.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p align="center"><strong>SIMBOLISMO VEGETAL NAS CATEDRAIS</strong></p>
<p align="center"><strong> </strong></p>
<p><strong>&#8230;A </strong>religião cristã utilizou, desde suas origens, o simbolismo associado ao mundo das plantas. A sociedade medieval tinha amplos conhecimentos em matéria vegetal, então era de se esperar que fosse deste reino que extaíssem os remédios medicinais para todos os tipos de doenças. Essa sabedoria popular foi utilizada pela igreja com um propósito duplo: fundamentar com base científica seu simbolismo e fazê-lo chegar com maior facilidade até o povo.<br />
Entre as plantas esculpidas em monumentos românicos, um dos mais simbólicos da arte medieval, destaca-se o Acanto (acanthus mollis). símbolo de imortalidade na antiguidade clássica. O cristianismo se fixa nos pequenos espinhos desta planta para simbolizar assim o sofrimento do homem pelo pecado cometido e a sua consciência do mesmo&#8230;..<br />
A samambaia também foi incluída nos programas iconográficos românicos com o propósito de aproximar a virtude da humildade do povo cristão,assim como a intenção dupla de afastar o mal dos lugares sagrados e recordar ao Cristianismo a vulnerabilidade perante suas ações&#8230;&#8230;..<br />
A palmeira é símbolo de inumeras culturas pagãs e , como não podia ser de outra maneira, esse caráter simbólico foi adotado pelo cristianismo.Dessa forma, a palmeira transformou-se na árvore do Paraíso por excelência e assim aparece representada na vasta iconografia cristã medieval&#8230;&#8230;</p>
<p align="center"><strong>Os Homens Verdes</strong></p>
<p>Com este nome alcunhado pela primeira vez em 1939 por Lady Raglan, tem-se conhecimento de algumas imagens típicas de igrejas medievais,caracterizadas por representar rostos humanos de cujas bocas,narizes e orelhas saem folhas. Trata-se de uma representação de origem antiquíssima, claramente pagã, mas que,como se pode ver em outros casos,foi adotada pelo Cristianismo,ressurgindo com força no simbolismo às catedrais medievais.<br />
<strong>&#8230;&#8230;</strong>essas cabeças foliadas têm sua origem nas culturas celtas e pré-cristãs européias, embora também tenham sido encontrados exemplos caracteristicos em diversas culturas orientais. Acredita-se que simbolizavam a fertilidade e a regeneração,o ciclo natural da vida,e, como tal,foram adotadas pela igreja cristã.</p>
<p align="center"><strong>Plantas Mestras</strong></p>
<p align="center">Na segunda metade do século XX, foi adotada uma nova terminologia associada ao mundo mágico das plantas. tratava das chamadas plantas mestras,aquelas que ajudavam na adivinhação dos Xamãs para o tratamento e diagnóstico das doenças.O colombiano nascido na região amazônica Luis Eduardo Luna,doutor pelo instituto de Religiões Comparadas da Universidade de Estocomo e autor de vários livros específicos sobre o assunto,foi quem primeiro utilizou esse nome.Ele pegou o termo dos indígenas da Amazônia peruana,que agiram como seus informantes nos estudos antropológicos realizados na região.</p>
<p>As plantas mestras também se denominam enteógenas , de <em>en theos genos , </em>o mesmo que engendrar o Deus ou gerar o Divino dentro de si.Por que este nome? Enteógeno é um termo que surge como uma alternativa a palavras como alucinógeno,psicodélico,narcótico,para indicar que todas essas plantas que compartilham características semelhantes estavam vinculadas,nas sociedades tradicionais ao sagrado. As sociedades primitivas amazônicas,siberianas e europeias,as tribos originárias de cada continente,utilizavam essas plantas como um meio para alcançar um conhecimento de si mesmas e do mundo que as rodeava.</p>
<p><span style="color:#c0c0c0;">Fonte de Pesquisa: Livro <em>Historia das Ervas Magicas Medicinais</em>.</span><br />
<span style="color:#c0c0c0;"> Mar Rey Bueno – Editora Madras <a href="http://www.madras.com.br/" target="_blank"><span style="color:#c0c0c0;">www.madras.com.br</span></a></span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/vetfloral.wordpress.com/214/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/vetfloral.wordpress.com/214/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/vetfloral.wordpress.com/214/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/vetfloral.wordpress.com/214/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/vetfloral.wordpress.com/214/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/vetfloral.wordpress.com/214/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/vetfloral.wordpress.com/214/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/vetfloral.wordpress.com/214/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/vetfloral.wordpress.com/214/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/vetfloral.wordpress.com/214/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/vetfloral.wordpress.com/214/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/vetfloral.wordpress.com/214/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/vetfloral.wordpress.com/214/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/vetfloral.wordpress.com/214/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vetfloral.wordpress.com&amp;blog=8288596&amp;post=214&amp;subd=vetfloral&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Curso de Florais em São Paulo</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 01:02:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vetfloral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Essências Florais]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[16 e 17 de abril de 2011 9h00 às 17h00&#160; Programação: - A base da terapia floral segundo os estudos de Dr. Bach (7 defeitos capitais causadores de doenças e as 7 virtudes capazes de curar) - Elaboração do Floral: A escolha das plantas, técnica para o preparo da matriz, solução estoque e solução de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vetfloral.wordpress.com&amp;blog=8288596&amp;post=206&amp;subd=vetfloral&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>16 e 17 de abril de 2011<br />
9h00 às 17h00&nbsp;</p>
<p><strong>Programação:</strong><img class="alignright" title="a organizar 175" src="../files/2009/07/a-organizar-175.jpg?w=300" alt="a organizar 175" width="222" height="176" /><strong> </strong></p>
</div>
<p>- A base da terapia floral segundo os estudos de Dr. Bach (7 defeitos capitais causadores de doenças e as 7 virtudes capazes de curar)</p>
<p>- Elaboração do Floral: A escolha das plantas, técnica para o preparo da matriz, solução estoque e solução de uso, vias de administração e doses conforme as espécies.</p>
<p>- Estudo do funcionamento dos Corpos supra-físicos e dos principais Chakras do corpo como ferramenta de diagnóstico dos distúrbios emocionais e comportamentais que possam conduzir à doença no físico.</p>
<p>- Indicações para pessoas e animais (cães, gatos, aves e outros pets)</p>
<p>- Como explorar a história do paciente para a escolha dos florais (anamnese)</p>
<p>- mais de 80 Flores usadas no sistema de Saint Germain e suas indicações</p>
<p>- Apresentação de fórmulas prontas</p>
<p>- Discussão de casos clínicos (humanos e animais)</p>
<p>- Apresentação de pesquisas científicas</p>
<p><strong>Vagas:</strong> 10</p>
<p><strong>Local:</strong> Rua Vergueiro, 2949 (próximo ao metrô Vila Mariana) -<br />
São Paulo – SP – mapa de como chegar <a href="http://maps.google.com.br/maps?hl=pt-BR&amp;q=Rua+Vergueiro,++2949+sao+paulo&amp;ie=UTF8&amp;hq=&amp;hnear=R.+Vergueiro,+2949+-+Vila+Mariana,+S%C3%A3o+Paulo,+04101-300&amp;gl=br&amp;ei=bEm-S_S9LsL7lwf3-KmRBw&amp;ved=0CAgQ8gEwAA&amp;ll=-23.586388,-46.634431&amp;spn=0.009479,0.018153&amp;z=16&amp;iwlo">aqui</a></p>
<p>Maiores informações e reservas através do e-mail <a href="mailto:vetfloral@gmail.com" target="_blank"><strong>vetfloral@gmail.com</strong></a>.</p>
</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/vetfloral.wordpress.com/206/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/vetfloral.wordpress.com/206/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/vetfloral.wordpress.com/206/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/vetfloral.wordpress.com/206/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/vetfloral.wordpress.com/206/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/vetfloral.wordpress.com/206/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/vetfloral.wordpress.com/206/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/vetfloral.wordpress.com/206/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/vetfloral.wordpress.com/206/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/vetfloral.wordpress.com/206/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/vetfloral.wordpress.com/206/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/vetfloral.wordpress.com/206/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/vetfloral.wordpress.com/206/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/vetfloral.wordpress.com/206/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vetfloral.wordpress.com&amp;blog=8288596&amp;post=206&amp;subd=vetfloral&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Plantas inteligentes?</title>
		<link>http://vetfloral.wordpress.com/2011/04/04/plantas-inteligentes/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2011 01:09:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vetfloral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>

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		<description><![CDATA[Cientistas Alemães pesquisam &#8220;Funções Cerebrais&#8221; nas Raízes das Plantas. Plantas podem ser mais inteligentes do que parecem. Elas não têm cérebro como os animais, mas desempenham funções semelhantes às cerebrais, argumentam cientistas alemães. Em conjunto com a equipe de pesquisadores de Stefano Mancuso, de Florença, na Itália, o cientista Frantisek Baluska, de Bonn, descobriu, em [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vetfloral.wordpress.com&amp;blog=8288596&amp;post=186&amp;subd=vetfloral&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cientistas Alemães pesquisam &#8220;Funções Cerebrais&#8221; nas Raízes das Plantas.</strong></p>
<p>Plantas podem ser mais inteligentes do que parecem. Elas não têm cérebro como os animais, mas desempenham funções semelhantes às cerebrais, argumentam cientistas alemães.</p>
<p>Em conjunto com a equipe de pesquisadores de Stefano Mancuso, de Florença, na Itália, o cientista Frantisek Baluska, de Bonn, descobriu, em raízes vegetais, funções semelhantes às cerebrais. Estruturas citológicas, analisadas com auxílio de um microscópio, se assemelham a células cerebrais animais, afirmam os cientistas. &#8220;Esta pesquisa está, todavia, no começo&#8221;, salienta Baluska. Por isso, ele prefere não falar de um &#8220;cérebro vegetal&#8221;, mas usar a expressão &#8220;central de comando&#8221;.   <span id="more-186"></span><strong><a href="http://vetfloral.files.wordpress.com/2011/04/bonsai.jpg"><img class="alignright" title="bonsai" src="http://vetfloral.files.wordpress.com/2011/04/bonsai.jpg?w=300&#038;h=267" alt="" width="300" height="267" /></a></strong></p>
<p>Como bolsista da Fundação Humboldt, o eslovaco Frantisek Baluska veio pela primeira vez à Alemanha nos anos de 1990. Hoje, ele pesquisa como livre docente nas universidades de Bonn e Bratislava. Para explicar o conteúdo de sua pesquisa, Baluska mostra, na tela de seu computador, a representação esquemática da extremidade de uma raiz. Células da Ponta da Raiz As linhas desenhadas sobre a imagem se assemelham, na tela do computador de Baluska, a um circuito. O cientista chama a atenção para uma determinada zona: uma camada de células acima da extremidade da raiz. Ele explica que tais células têm propriedades semelhantes àquelas do cérebro animal. São células muito ativas, embora não cresçam nem desempenhem outras funções especiais.   Elas transportam ínfimas bolhinhas (vesículas), preenchidas com substâncias, de um lado a outro. Microfilamentos de proteínas (filamentos de actina) conduzem as vesículas de transporte através das células. Trata-se dos mesmos filamentos de proteínas do esqueleto celular, responsáveis pelo movimento dos músculos tanto nos animais quanto no ser humano.   &#8220;Algumas estruturas que encontramos remontam às sinapses, pontos de transmissão de estímulos entre as células nervosas&#8221;, explica Baluska. Ali são trabalhadas informações que influenciam diretamente o comportamento das raízes. As extremidades das raízes registram, por exemplo, a presença de luz ou de alguma substância tóxica. A informação é então transportada para a região anterior à extremidade. Ali, os dados são registrados e repassados para as zonas de crescimento da raiz. A partir deste momento, a raiz passa, a saber, em que direção ela deve crescer e reage a essa informação dentro de apenas algumas horas.&#8221;Essa forma de trabalho pouco se diferencia do cérebro no reino animal&#8221;, afirma Baluska. O que acontece aqui no reino vegetal se assemelha a um sistema nervoso. Essa estrutura, segundo o cientista, executa as mesmas tarefas, embora apresente uma constituição bastante distinta. Essa interpretação de Baluska costuma suscitar críticas freqüentes de outros especialistas.</p>
<p><strong>Interação com Mundo Exterior</strong></p>
<p>O botânico Hubert Felle, da Universidade de Giessen, por exemplo, também estuda sinais em tecidos vegetais. No entanto, ele se expressa de forma bem mais cuidadosa que Baluska. Há muitos anos, Felle vem medindo sinais elétricos nas folhas de diversas espécies de plantas.   No entanto, ele prefere não chamar isso de sistema nervoso botânico ou de neurobiologia vegetal. Felle, contudo, está também convencido de que as plantas utilizam sinais elétricos para reagir ao mundo exterior. Assim, elas têm a possibilidade de reagir a inimigos, como pulgões ou larvas.   Felle desenvolveu aparelhos especialmente para a pesquisa, com os quais consegue medir a transmissão de sinais elétricos. Com uma lâmina, ele provoca um &#8220;ferimento&#8221; numa folha de feijão, o que desencadeia um fluxo de impulsos elétricos de folha para folha. Felle salienta que não se pode falar aqui, contudo, de &#8220;dor&#8221; ou de &#8220;sensações vegetais&#8221;.   Trata-se de sinais que possibilitam à planta uma reação de defesa. Segundo Felle, a velocidade desses sinais é, no entanto, relativamente baixa. Em um segundo, o sinal vegetal não consegue atingir nem mesmo um centímetro.   Nesse mesmo espaço de tempo, um sinal nervoso de um mamífero percorreria tranquilamente cem metros. Nas plantas, o envio de sinais é cerca de 10 mil vezes mais lento que nos animais. Resumindo: as plantas não são mais burras que os animais, elas só vivem em outra esfera de tempo.</p>
<p><em>Autor: Michael Lange &#8211; http://www.paisagismobrasil.com.br</em></p>
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		<title>Bastão do Imperador ajuda na recuperação de pacientes com AVC.</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Mar 2011 02:14:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vetfloral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O óleo essencial da Alpinia speciosa Schum, planta regional do Nordeste conhecida como &#8216;Bastão do Imperador&#8217; e muito utilizada na fabricação de colônias para o candomblé, tem ação relaxante que ajuda na recuperação pacientes com o sistema nervoso lesionado por doença vascular encefálica, lesões de medula, paralisia cerebral, traumatismo crânio-encefálico, esclerose múltipla, entre outras enfermidades [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vetfloral.wordpress.com&amp;blog=8288596&amp;post=197&amp;subd=vetfloral&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vetfloral.files.wordpress.com/2011/04/bastao-do-imperador.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-198" title="bastao do imperador" src="http://vetfloral.files.wordpress.com/2011/04/bastao-do-imperador.jpg?w=180&#038;h=134" alt="" width="180" height="134" /></a>O óleo essencial da <em>Alpinia speciosa Schum</em>, planta regional do Nordeste conhecida como &#8216;Bastão do Imperador&#8217; e muito utilizada na fabricação de colônias para o candomblé, tem ação relaxante que ajuda na recuperação pacientes com o sistema nervoso lesionado por doença vascular encefálica, lesões de medula, paralisia cerebral, traumatismo crânio-encefálico, esclerose múltipla, entre outras enfermidades que atingem a via nervosa.</p>
<p><span id="more-197"></span></p>
<p>A descoberta, feita em Sergipe pela fisioterapeuta Edna Aragão Farias Cândido durante a conclusão do doutorado pela Rede Nordeste de Biotecnologia (Renorbio), já gerou patentes nacional e internacional.  Edna Aragão, que desenvolveu pesquisas no Centro de Fisioterapia da Universidade Tiradentes, em Aracaju (SE), avaliou quase mil grupos musculares e acompanhou 75 pacientes. Todos recobraram os movimentos.</p>
<p>O caso mais significativo é o do lutador de jiu-jitsu sergipano João Alberto Alves, 31 anos.  Em 2007, Alves sofreu um acidente vascular encefálico após cirurgia para retirada da glândula tireoide. &#8220;Eu era independente e, de uma hora para outra, me vi precisando de ajuda para fazer tudo. Foi muito difícil&#8221;, afirma o lutador que sequer levantava da cama, mas hoje usa o andador com facilidade e faz exercícios físicos.  Em uma situação patológica, por falta de controle do sistema nervoso central, os impulsos nervosos vindos da medula para o músculo ficam acentuados, causando espasticidade (espasmos) e, ao mesmo tempo, paralisia muscular.</p>
<p>Em sua tese, a pesquisadora mostrou que o óleo atua nos canais de cálcio, responsáveis pela contração muscular. O excesso de cálcio promove a tensão do músculo. Sua normalização permite que o músculo contraia e relaxe normalmente, o que gera energia para novos movimentos.</p>
<p><strong>Patentes</strong></p>
<p>A pesquisa desenvolvida em Sergipe despertou o interesse da Hebron, fabricante de fitoterápicos com sede em Recife (PE) e relações comerciais em países como Estados Unidos, Cuba, África do Sul, Portugal e Áustria. A empresa cultivou a planta, forneceu matéria-prima para o tratamento dos pacientes sergipanos e financiou equipamentos para a avaliação dos resultados.  Foram investidos cerca de R$ 30 mil que renderam patentes nacional e internacional à empresa pernambucana e ao Instituto de Tecnologia e Pesquisa (ITP), centro de laboratórios instalado em Aracaju, onde Edna Aragão realizou os estudos sobre a ação da Alpinia.  O próximo passo da Hebron e do ITP é conseguir autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária para industrializar e comercializar o óleo essencial. A expectativa é que isso aconteça em 2012.</p>
<p><em>Fonte: Vivianne Paixão (Aracaju) &#8211; http://noticias.terra.com.br/<br />
Foto: Vera Messias Marques</em></p>
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		<title>A doença é um mestre</title>
		<link>http://vetfloral.wordpress.com/2010/06/26/a-doenca-e-um-mestre-parte-1/</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Jun 2010 01:36:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vetfloral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Compreender o mal não o cura, mas, sem dúvida alguma, ajuda. Afinal, é muito mais fácil lidar com uma dificuldade compreensível que com uma escuridão incompreensível.&#8221; &#8211; Carl Jung. A medicina alopática interpreta a doença como causa advinda de fora do paciente, impotente diante da ação de microorganismos, ou então como resultado de uma imperfeição [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vetfloral.wordpress.com&amp;blog=8288596&amp;post=172&amp;subd=vetfloral&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>&#8220;Compreender o mal não o cura, mas, sem dúvida alguma, ajuda. Afinal, é muito mais fácil lidar com uma dificuldade compreensível que com uma escuridão incompreensível.&#8221;</strong></em> &#8211; Carl Jung.</p>
<p>A medicina alopática interpreta a doença como causa advinda de fora do paciente, impotente diante da ação de microorganismos, ou então como resultado de uma imperfeição da natureza; colocando, em ambos os casos, o doente como uma vítima das circunstâncias.</p>
<p>Entretanto, as medicinas milenares como a hindu Ayurvédica e a Tradicional Chinesa (MTC) interpretam a doença como desarmonias, desequilíbrios do Ser como um todo (holos), holisticamente. E esse todo avalia sintomas no físico, mas também no metafísico (meta = além; físico = matéria): mental, emocional, afetivo, energético, espiritual e suas integrações. <span id="more-172"></span></p>
<p>Tais medicinas comprovam também que a saúde plena do homem depende da sua capacidade de perceber afetivamente os desafios da sua existência e interrelação com o universo. E, que as doenças ganham espaço e força quanto mais as percepções sofrem interferências dos desequilíbrios psicoemocionais, ou seja, são imaginárias ou iludidas. E, por essa visão, torna-se evidente que é o espírito que organiza a matéria, e não o físico que cria a essência. Porque afeto, gratidão, bom-humor e harmonia são qualidades 100% espirituais.</p>
<p>A doença é um mestre porque obriga o doente a parar e refletir: minhas ações estão centradas no afeto ou no medo? Na busca da verdade ou no esconderijo das sedações e ilusões? No silêncio ou no lastimar? Em geral, o doente não é vítima inocente de alguma imperfeição da natureza ou de uma condição insalubre. Ele não pegou uma doença, ele construiu, ainda que inconscientemente (porque iludido), a sua doença (*). Se, porventura, podemos culpar bactérias ou toxinas que impregnam nosso organismo e ambiente, podemos dizer também que todos os seres, de certa forma, estão expostos aos mesmos agressores e venenos.</p>
<p>Nosso mundo é inteiramente insalubre e, ao mesmo tempo, pleno de luz e harmonia: atraímos (ou percebemos) a insalubridade ou a pureza como reflexo da nossa afetividade e pensamentos. Deixamos entrar aquilo que, conscientes ou não, permitimos. O doente é responsável por sua doença, que é também um mestre. Entenda: a doença não é uma “cruz”, mas a ponta do tanto de aprendizado, amadurecimento e fortalecimento que podem advir dessa experiência. Os sinais (e sintomas), além da manifestação característica de uma determinada doença, são a expressão física dos conflitos internos (psicoemocionais e espirituais) e têm a função de mostrar ao doente as diferentes facetas de seu momento evolutivo.</p>
<p>A vida, frequentemente, coloca-nos em situações aparentemente repetidas para que possamos absorver delas o aprendizado. Enquanto esse aprendizado não for introjetado, seguirá ocorrendo “o mesmo filme”. Sintomas, portanto, são partes da sombra da nossa consciência (e caos do inconsciente) agora sob holofotes. A doença é uma verdadeira chamada para a transformação, a cura, o crescer, a expansão da consciência.</p>
<p>Estamos permanentemente sedados e crentes nos automatismos psicoemocionais e físicos que impedem a percepção. Um círculo vicioso, porque, uma vez intoxicados, os cinco sentidos (visão, audição, olfato, tato e paladar), que nos tornam presentes e reais, tornam-se cada vez mais imprecisos, presas fáceis da imaginação e ilusão.</p>
<p>Quando essa dormência torna-se perigosa à evolução, surge a doença que, por meio dos seus sintomas, pretende apenas nos despertar: caia na real. A cura verdadeira nunca virá de fora. Estamos permanentemente diante do resgate da consciência. Todos os desequilíbrios são efeitos da inconsciência que não foi inspirada para o consciente. A cura da doença não está nos remédios, mas sim na sintonia com seu ser, seu espírito que deseja evolução. Para que a cura aconteça, use a doença como um mestre. Trata-se da grande tarefa do despertar da nossa identificação com o mundo da forma: o corpo adoece para avisar que nossa parte não visível está sendo usada sem a ajuda da Alma, sem buscar a inspiração, o amparo, o amor, a luz da Criação.</p>
<p>Nesse processo, a doença e seus sintomas são sinais que mostram onde a Alma está bloqueada na percepção dos talentos, dons, missão e significância. Use-os na superação dos desafios, na evolução espiritual. Livrar-se dos sintomas sem que se entenda ou se assimile a natureza da mensagem só irá adiar a cura, a transformação. A medicina moderna adquiriu uma enorme competência em eliminar a maioria dos sintomas dando uma falsa noção de cura. A questão é que a supressão dos sintomas jamais significará uma cura. A cura verdadeira só acontecerá quando expandirmos a consciência.</p>
<p>Quando o doente é uma criança, embora não conheçamos todos os mistérios da vida e os propósitos de Deus, penso que pode ser um resgate daquele espírito, que apesar de estar num corpo infantil, tem seu processo evolutivo a cumprir. Ao mesmo tempo, entendo que toda a família pode estar &#8220;curando-se&#8221; diante da doença daquela criança. Ou seja, a doença está sendo um mestre para todo o grupo ou comunidade.</p>
<p>Leia: <a href="/site/desintoxicante/principios/58-a-doenca-e-um-mestre-parte-2.html">A  Doença é um Mestre &#8211; Parte 2</a>;<a href="/site/desintoxicante/principios/55-a-doenca-e-um-mestre-parte-4.html"> A  Doença é um Mestre &#8211; Parte 3</a>; <a href="/site/desintoxicante/principios/55-a-doenca-e-um-mestre-parte-4.html">A  Doença é um Mestre &#8211; Parte 4</a></p>
<p>Texto extraído do livro Alimentação Desintoxicante (sexta edição) &#8211; Conceição Trucom* &#8211; editora Alaúde, cuja leitura na íntegra lhe possibilitará a prática desta filosofia de vida com consciência e responsabilidade.</p>
<p>*Conceição Trucom é química, cientista, palestrante e escritora sobre temas voltados para a alimentação natural, bem-estar e qualidade de vida.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/vetfloral.wordpress.com/172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/vetfloral.wordpress.com/172/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/vetfloral.wordpress.com/172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/vetfloral.wordpress.com/172/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/vetfloral.wordpress.com/172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/vetfloral.wordpress.com/172/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/vetfloral.wordpress.com/172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/vetfloral.wordpress.com/172/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/vetfloral.wordpress.com/172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/vetfloral.wordpress.com/172/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/vetfloral.wordpress.com/172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/vetfloral.wordpress.com/172/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/vetfloral.wordpress.com/172/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/vetfloral.wordpress.com/172/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vetfloral.wordpress.com&amp;blog=8288596&amp;post=172&amp;subd=vetfloral&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>No paciente está a chave para a cura.</title>
		<link>http://vetfloral.wordpress.com/2010/05/25/a-cura-esta-no-doente/</link>
		<comments>http://vetfloral.wordpress.com/2010/05/25/a-cura-esta-no-doente/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 May 2010 19:48:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vetfloral</dc:creator>
				<category><![CDATA[medicina complementar]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista: Paulo de Tarso Lima, do Hospital Albert Einstein Não é habitual ouvir um médico respeitável, de uma instituição de saúde modelar, falar sobre o papel da energia do corpo humano e da religião no caminho para a cura. É justamente o caso do cirurgião Paulo de Tarso Lima, coordenador do Departamento de Medicina Integrativa [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vetfloral.wordpress.com&amp;blog=8288596&amp;post=159&amp;subd=vetfloral&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entrevista: <strong>Paulo de Tarso Lima</strong>, do Hospital Albert Einstein</p>
<p>Não é habitual ouvir um médico respeitável, de uma instituição de saúde modelar, falar sobre o papel da energia do corpo humano e da religião no caminho para a cura. É justamente o caso do cirurgião Paulo de Tarso Lima, coordenador do Departamento de Medicina Integrativa e Complementar do Hospital Albert Einstein, de São Paulo.<span id="more-159"></span></p>
<p>A medicina integrativa é uma prática em ascensão. Surgida nos Estados Unidos na década de 1970, une a medicina tradicional oriental, com sua abordagem holísitica, e a ocidental, apoiada na produção científica e na tecnologia. A reunião tem revolucionado a busca pela cura de doenças como o câncer. &#8220;A ideia não é excluir nada, mas juntar tudo e mostrar que a pessoa é detentora da capacidade de cura da própria doença&#8221;, afirma Lima, que estudou a medicina interativa na Universidade do Arizona (EUA) e cursa o primeiro ano da Barbara Brenner School of Healing, na Flórida, onde a cura é perseguida a partir do estudo da energia humana.   O médico é também autor do livro Medicina Integrativa &#8211; A Cura pelo Equilíbrio. Na entrevista a seguir, ele explica os fundamentos da medicina integrativa e aposta que a prática vai se espalhar por aqui por razões econômicas &#8211; por ora, apenas alguns hospitais e somente cinco universidades brasileiros se dedicam ao assunto.</p>
<p>Afinal, o que é medicina integrativa?</p>
<blockquote><p>É um movimento que surgiu nos Estados Unidos na década de 1970 e que começou a ser organizado com mais rigor na década de 1980, quando entrou para as faculdades de medicina.   Hoje, existem 44 universidades americanas ligadas à pratica, que traz uma visão mais holística da pessoa no seu todo: corpo, mente e espírito.   O que buscamos é oferecer uma assistência com informação e terapias que vão além da medicina convencional para ajudá-la a se conectar com a promoção de saúde.   Eu não tenho a menor dúvida de que a medicina convencional é extremamente efetiva em se tratando de doença, mas saúde não é apenas ausência de doença.</p></blockquote>
<p>Que terapias são essas?</p>
<blockquote><p>Sistemas tradicionais como a medicina chinesa e indiana nos oferecem uma gama de alternativas, como acupuntura, Reiki, yoga, entre outras, que trabalham a energia do nosso corpo, estimulando uma reação aos sintomas das doenças.   A ideia desse movimento não é excluir nada, mas juntar tudo e mostrar que a pessoa é detentora da capacidade de cura da própria doença.   Isso é uma mudança de paradigma, porque a possibilidade de voltar ao estado saudável não é algo dado à pessoa, mas é algo inato a ela.</p></blockquote>
<p>Qual a explicação para só agora a medicina integrativa despertar interesse de médicos convencionais?</p>
<blockquote><p>Há duas razões: a demanda dos pacientes e a produção acadêmica, que cresce a uma velocidade muito alta. Se entendemos como as coisas funcionam, sabemos que é seguro.</p></blockquote>
<p>Qual a situação da prática no Brasil?</p>
<blockquote><p>Estamos em uma situação de dualidade. Os alinhados à prática muitas vezes não usam a medicina convencional de maneira integrada, e os convencionais não usam a medicina integrativa. Temos no Brasil um movimento diferente dos Estados Unidos, menos acadêmico, mas que vem crescendo graças a uma portaria de 2006 que autorizou procedimentos de acupuntura, homeopatia, uso de plantas medicinais e fitoterapias no Sistema Único de Saúde (SUS).</p></blockquote>
<p>E por que a resistência dos médicos convencionais?</p>
<blockquote><p>Eu não entendo. Estamos falando de energia e não precisamos ir muito longe para provar que energia corporal existe.   A partir do momento que temos uma mitocôndria que produz energia dentro de cada célula, e isso é ensinado no primeiro ano de medicina, não há o que discutir.   Temos energia no corpo, e pronto.   O curioso é que muitos exames hospitalares rotineiros são baseados em mensuração do campo energético do corpo, como a ressonância magnética, o eletroencefalograma e outros mais sofisticados.   Mas se você falar para um neurologista sobre a manipulação da energia do corpo, ele pira.</p></blockquote>
<p>Por quê?</p>
<blockquote><p>Porque entramos em um outro ponto da discussão sobre a energia humana, que é a interface com a religião.   Estamos vivendo em uma nova fronteira em que se tenta entender essa energia, como ela é produzida, como pode ser manipulada e conduzida.   E isso tem um impacto importante na questão da espiritualidade.   Por isso, se algum paciente meu acha conforto na religião, se ele se sente bem assim, eu o estimulo a praticá-la.</p></blockquote>
<p>E como se medem os resultados da medicina integrativa?</p>
<blockquote><p>Começamos a medir os resultados pelas questões econômicas. A Prefeitura de Campinas, em São Paulo, registrou uma redução substancial de uso de analgésico dentro do SUS ao oferecer terapias ligadas à medicina chinesa focadas na questão ósseo-muscular.  Além disso, tem uma série de trabalhos acadêmicos ligados à genética provando que a qualidade de vida produz efeitos na expressão genética da doença.   E uma nova fase de trabalho investiga se uma gestante, cujo feto apresenta uma expressão genética de determinada doença, pode ajudar seu bebê se tiver uma gestação muito cuidadosa.</p></blockquote>
<p>Como isso seria possível?</p>
<blockquote><p>O homem carrega no seu código genético informações de doenças que podem ser a causa de sua morte.   Isso já é provado.  Só que você pode ter a característica genética da doença e não desenvolvê-la, ou tê-la precocemente.   Isso vai depender da qualidade da sua vida. Comer bem, respirar melhor, praticar atividades físicas, lúdicas e contemplativas são fatores muito importantes ligados à qualidade de vida e que vão provocar um impacto no nosso bem-estar e, consequentemente, na resposta do corpo às doenças já estabelecidas e àquelas que estão programadas para acontecer.   O Prêmio Nobel do ano passado de Medicina (dividido entre os pesquisadores Elizabeth H. Blackburn, Carol W. Greider e Jack W. Szostak) mostra que, se há uma importante mudança nutricional e de práticas contemplativas, há uma diminuição da expressão de câncer de próstata em determinados grupos de homens.</p></blockquote>
<p>As pessoas, em geral, estão mais abertas para as práticas alternativas?</p>
<blockquote><p>No Brasil, entre 45% e 80% dos pacientes diagnosticadas com câncer utilizam algum tipo terapia &#8220;alternativa&#8221; em conjunto com o tratamento. Nos Estados Unidos, 13% das crianças e 55% dos adultos saudáveis utilizam tais práticas.</p></blockquote>
<p>O senhor acredita que essa corrente ganhará espaço no futuro?</p>
<blockquote><p>Acredito. Não por razões humanitárias, mas por uma questão econômica. Afinal, a forma como a medicina é praticada atualmente implica altos custos. Não posso prever, porém, quanto tempo isso vai demorar, porque o convencimento dos profissionais a respeito do assunto exigirá um longo trabalho.</p></blockquote>
<p>Fonte: <strong>Revista Veja</strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/vetfloral.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/vetfloral.wordpress.com/159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/vetfloral.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/vetfloral.wordpress.com/159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/vetfloral.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/vetfloral.wordpress.com/159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/vetfloral.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/vetfloral.wordpress.com/159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/vetfloral.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/vetfloral.wordpress.com/159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/vetfloral.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/vetfloral.wordpress.com/159/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/vetfloral.wordpress.com/159/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/vetfloral.wordpress.com/159/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vetfloral.wordpress.com&amp;blog=8288596&amp;post=159&amp;subd=vetfloral&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Integração&#8230; natural</title>
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		<pubDate>Tue, 25 May 2010 19:28:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vetfloral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem se preocupa com ecologia, fica aqui a sugestão.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vetfloral.wordpress.com&amp;blog=8288596&amp;post=161&amp;subd=vetfloral&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem se preocupa com ecologia, fica <a title="Somos todos UM" href="http://www.youtube.com/watch?v=QlpB3PKZ9pU" target="_self">aqui</a> a sugestão.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=QlpB3PKZ9pU"><img class="aligncenter size-medium wp-image-162" title="Floresta Viva" src="http://vetfloral.files.wordpress.com/2010/05/florestaviva.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/vetfloral.wordpress.com/161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/vetfloral.wordpress.com/161/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/vetfloral.wordpress.com/161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/vetfloral.wordpress.com/161/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/vetfloral.wordpress.com/161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/vetfloral.wordpress.com/161/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/vetfloral.wordpress.com/161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/vetfloral.wordpress.com/161/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/vetfloral.wordpress.com/161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/vetfloral.wordpress.com/161/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/vetfloral.wordpress.com/161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/vetfloral.wordpress.com/161/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/vetfloral.wordpress.com/161/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/vetfloral.wordpress.com/161/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vetfloral.wordpress.com&amp;blog=8288596&amp;post=161&amp;subd=vetfloral&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Erva-baleeira &#8211; Floral Boa Sorte</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 00:11:14 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Essências Florais]]></category>
		<category><![CDATA[Sistemas florais]]></category>
		<category><![CDATA[essências florais]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos florais do Sistema de Saint Germain. Indicado para a remoção de obstáculos para prosperar diante das dificuldades. Este floral contém potentes energias de proteção. Traz o despertar da prosperidade cósmica. Energia que atrai as riquezas da terra em sintonia com a Unidade do Cosmos. Prosperidade em todos os momentos. Energia da expressão Divina [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vetfloral.wordpress.com&amp;blog=8288596&amp;post=153&amp;subd=vetfloral&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vetfloral.files.wordpress.com/2010/05/cordia_verbenacea_erva_baleeira.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-154" title="Cordia_verbenacea_Erva_baleeira" src="http://vetfloral.files.wordpress.com/2010/05/cordia_verbenacea_erva_baleeira.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a>Um dos florais do Sistema de Saint Germain. Indicado para a remoção de obstáculos para prosperar diante das dificuldades. Este floral contém potentes energias de proteção. Traz o despertar da prosperidade cósmica. Energia que atrai as riquezas da terra em sintonia com a Unidade do Cosmos. <span id="more-153"></span>Prosperidade em todos os momentos. Energia da expressão Divina que remove obstáculos, traz a paz e o conforto solar, discernimento divino, calma interna, integridade, equilíbrio, a certeza do bem feito, pureza e coragem, que promovem suporte para o restabelecimento da sincronicidade com o Universo. Combate energias destrutivas e desarmônicas enviadas por outros que,  inicialmante, fazem surgir nas vítimas estados de negatividade, desânimo, tristeza que facilitam cometer atos insanos contra sí próprios, por perceberem os seus caminhos totalmente fechados. É um floral restaurador e harmonizador dos chacras que foram obstruídos por estas más energias. Na Fitoterapia esta planta é usada para combater a artríte reumatóide, gota, dores musculares, dores na coluna, prostatites, nevralgias, inflamações em geral. Na medicina popular é usada para acelerar o processo de cicatrização.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/vetfloral.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/vetfloral.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/vetfloral.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/vetfloral.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/vetfloral.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/vetfloral.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/vetfloral.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/vetfloral.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/vetfloral.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/vetfloral.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/vetfloral.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/vetfloral.wordpress.com/153/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/vetfloral.wordpress.com/153/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/vetfloral.wordpress.com/153/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=vetfloral.wordpress.com&amp;blog=8288596&amp;post=153&amp;subd=vetfloral&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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